
Ah, mas vejam como as coisas acontecem e acabam caindo no meu colo (na forma figurada de falar, é claro). Em mais um momento cara de L achei esta pérola de notícia. Veterano em videocassetadas, com horas de vídeos de casamentos, pensei já ter visto de tudo que potencialmente não irá dar certo, mas os palermas dos noivos insistem em fazê-lo. Inclusive como persistirem em juntar dois palermas em uma única família. Mas, enfim, esta foi demais, leiam:
“A tradição de jogar buquês de flores durante casamentos causou a queda de um avião na noite do último sábado na Itália, informou o jornal "Corriere della Sera".
O acidente teria acontecido no parque Montioni, na cidade de Suvereto, na região da Toscana. De acordo com a publicação, o casal de noivos contratou um pequeno avião para jogar o ramalhete de flores para as mulheres convidadas.As flores, no entanto, teriam sido sugadas pelo motor do avião no momento em que foram jogadas, causando um incêndio e uma explosão na aeronave.O avião caiu em uma pousada nas proximidades. O piloto, Luciano Nannelli, de 61 anos, escapou sem ferimentos. O passageiro Isidoro Pensieri, de 44 anos, que era o responsável por jogar o buquê para os convidados, no entanto, sofreu traumatismos no crânio e na face e fraturas em ambas as pernas.Nenhuma das pessoas que estavam na pousada onde a aeronave caiu sofreu ferimentos.”
Imaginem a cena. Uma dezena de mulheres xiliquentas, inclusive sua tia-avó solteirona Célia, gritando: “Lá vem ele! Lá vem ele!”. Passados alguns segundos elas gritam: “É agora! É agora!”. Depois, percebem que algo deu errado e o avião passou direto na descendente: “Filho da puta, aonde vai com o meu buquê?”.
Todas as mulheres partem em disparada na direção da pousada, mas não para socorrer o piloto e seu ajudante. É para pegar o buquê. Elas somem no meio da cortina de fumaça e poeira que se forma no ar. Passados alguns segundos, ouve-se um grito coletivo e todas as mulheres saem correndo. Mais alguns segundos, sai tia Célia com a cabeça do ajudante do piloto debaixo do braço: “Ah, hoje foi melhor do que eu pensava! Nem teve buquê. Arrumei um homem mesmo! E ele vai para a minha estante! Vai ficar ao lado da minha coleção de xícaras de Consevartória.”.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/07/14/ult5022u2697.jhtm
“A tradição de jogar buquês de flores durante casamentos causou a queda de um avião na noite do último sábado na Itália, informou o jornal "Corriere della Sera".
O acidente teria acontecido no parque Montioni, na cidade de Suvereto, na região da Toscana. De acordo com a publicação, o casal de noivos contratou um pequeno avião para jogar o ramalhete de flores para as mulheres convidadas.As flores, no entanto, teriam sido sugadas pelo motor do avião no momento em que foram jogadas, causando um incêndio e uma explosão na aeronave.O avião caiu em uma pousada nas proximidades. O piloto, Luciano Nannelli, de 61 anos, escapou sem ferimentos. O passageiro Isidoro Pensieri, de 44 anos, que era o responsável por jogar o buquê para os convidados, no entanto, sofreu traumatismos no crânio e na face e fraturas em ambas as pernas.Nenhuma das pessoas que estavam na pousada onde a aeronave caiu sofreu ferimentos.”
Imaginem a cena. Uma dezena de mulheres xiliquentas, inclusive sua tia-avó solteirona Célia, gritando: “Lá vem ele! Lá vem ele!”. Passados alguns segundos elas gritam: “É agora! É agora!”. Depois, percebem que algo deu errado e o avião passou direto na descendente: “Filho da puta, aonde vai com o meu buquê?”.
Todas as mulheres partem em disparada na direção da pousada, mas não para socorrer o piloto e seu ajudante. É para pegar o buquê. Elas somem no meio da cortina de fumaça e poeira que se forma no ar. Passados alguns segundos, ouve-se um grito coletivo e todas as mulheres saem correndo. Mais alguns segundos, sai tia Célia com a cabeça do ajudante do piloto debaixo do braço: “Ah, hoje foi melhor do que eu pensava! Nem teve buquê. Arrumei um homem mesmo! E ele vai para a minha estante! Vai ficar ao lado da minha coleção de xícaras de Consevartória.”.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/07/14/ult5022u2697.jhtm